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sábado, 10 de dezembro de 2011

Doe Todos os dias com um click...


O que é o clickarvore ?
O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras, e agora também pela própria sociedade civil através de uma nova ferramenta de e-commerce..


De quem é a iniciativa ?
O clickarvore é uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, com o apoio de empresas patrocinadoras.

Como funciona ?
A Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril unem seus esforços neste Programa para captar recursos e convertê-los em árvores com a ajuda da Internet. Para cada click, uma árvore será plantada. Assim, pretendemos mudar o atual quadro de devastação da Mata Atlântica.

Quais os objetivos do clickarvore ?
· Apoiar iniciativas locais de recuperação de áreas, fornecendo mudas de árvores nativas e informações técnicas adequadas;
· Fomentar a produção de mudas e a coleta de sementes florestais das espécies nativas da Mata Atlântica;
· Recuperar áreas de preservação permanente, controlando os processos erosivos e de assoreamento dos corpos d’água;
·Mobilizar a sociedade civil para participar de projetos de reflorestamento;
· Apoiar a formação de corredores biológicos entre as diferentes ilhas de remanescentes florestais;
· Gerar empregos em viveiros florestais e propriedades rurais durante os plantios;
· Capacitar técnicos, agentes comunitários, professores e instituições sobre técnicas de reflorestamento, microbacias, produção de mudas e manejo adequado de áreas replantadas;
· Promover a educação ambiental;

Qual a importância deste programa no controle de erosões e assoreamento de rios?
Com o reflorestamento, reduzimos o sério problema da perda de terra por meio de erosões. Estima-se que 80% do Estado de São Paulo esteja sofrendo processos erosivos acima dos limites toleráveis, causando perdas de 194 milhões de toneladas de terra por ano, sendo que até 45 milhões de toneladas/ano chegam aos mananciais na forma de assoreamentos (BELLINAZZI JR R. Et alli.).

Geralmente toda esta terra caminha através de contínuos processos erosivos para dentro de recursos hídricos (reservatórios hidrelétricos, mananciais e demais corpos d’água), acelerando o assoreamento. Este problema pode ser minimizado com reflorestamentos em áreas de
preservação permanente, incentivados através deste programa.

Qual a importância deste programa no combate ao efeito estufa?
Um dos maiores problemas ambientais da atualidade é o aquecimento global, também conhecido como efeito estufa, provocado pelo lançamento de 7 bilhões de toneladas/ano de gás carbônico na atmosfera, resultado da queima de combustíveis e de outras atividades humanas.
O plantio de árvores é hoje uma das melhores soluções para amenizar o problema, uma vez que durante a fotossíntese as árvores transformam o gás carbônico do ar em alimento, seqüestrando-o da atmosfera.
Com a implantação da Convenção de Mudanças Climáticas e com o Protocolo de Kyoto, cresce a demanda pela implantação de projetos capazes de promover o seqüestro do carbono atmosférico.
Qual a importância deste programa na formação de corredores ecológicos?
Com os desmatamentos, animais e plantas vivem isolados em pequenas manchas de florestas cercadas por cidades e plantações.
Os corredores ecológicos promovem a conexão entre os diferentes remanescentes florestais, a fim de proteger a biodiversidade, permitindo o cruzamento de indivíduos entre populações diferentes da mesma espécie, possibilitando ainda o próprio enriquecimento das áreas recuperadas.

 
Como receber as mudas?
Os proprietários de terras interessados em receber as mudas doadas pelo Clickarvore devem efetuar um cadastro através do link Inscreva seu Projeto, se os dados estiverem de acordo com os parâmetros do Programa será solicitado o envio de um projeto e a assinatura de um contrato, onde o proprietário assume o compromisso de zelar pelo material doado. Formalizado o contrato, as mudas serão disponibilizadas para retirada no viveiro indicado pelo Programa.

Quem vai plantar as mudas ?
Os plantios são executados diretamente pelos proprietários que devem retirar as mudas no viveiro cadastrado indicado pelo Programa.


Onde as árvores são plantadas ?
O Programa visa o plantio de mudas de espécies nativas de Mata Atlântica em áreas degradadas dos 17 Estados, entre o Rio Grande do Norte e o Rio Grande do Sul, que compõem este bioma.

Quais árvores são plantadas ?
Todas as árvores plantadas são nativas da Mata Atlântica, identificadas em trabalhos e estudos científicos, como por exemplo, o ipê, a peroba, o ingá, o palmito juçara, o angico, o jequitibá-rosa, o guarantã, o pau-marfim, a aroeira, o cedro entre outras espécies. Para acompanhar alguns plantios, acesse o link Projetos em Andamento.

 
O reflorestamento busca auxiliar no processo de recuperação da floresta através do plantio de espécies nativas, preferencialmente de caráter regional, de forma a ampliar as possibilidades de manutenção das florestas. Para tanto são determinadas certas prioridades, como a recuperação de recursos hídricos e manutenção de biodiversidade, de forma a aumentar a eficiência do processo.
Cada uma destas prioridades é então atendida através de plantios em áreas estratégicas que possibilitem maior êxito na manutenção dos fatores ambientais. No caso de recursos hídricos, por exemplo, são priorizadas as Matas Ciliares, quecrescem ao redor de corpos d’água, auxiliando na manutenção da quantidade e qualidade da água. Para auxiliar na manutenção da biodiversidade são priorizadas a ampliação de fragmentos florestais e a criação de corredores ecológicos, que ligam um fragmento ao outro. Outras áreas prioritárias incluem APPs (Áreas de Preservação Permanente), habitats específicos de certas espécies ameaçadas, zonas de amortecimento (em volta de Unidades de Conservação), entre outras.

hoje eles tem mais de 22.414.373 arvores doadas.

faça sua parte doe um arvore basta clicar.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Hora do Planeta 2010



No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.

Em 2009, milhões de brasileiros apagaram as suas luzes e mostraram que sua preocupação com o aquecimento global. No total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos.

Para assistir o VÍDEO NO YOU TUBE.
Para se cadastrar no site oficial HORA DO PLANETA.

O C.E. Yonne Maria Siqueira de Andrade está particiando!!!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Novo documentário de Annie Leonard: "The Story of Cap & Trade''

"The Story of Cap & Trade'' nos mostra uma narrativa sobre as possíveis soluções climáticas para o aquecimento global. Annie Leonard introduz como os negociantes de energia pensam, e como funciona em detalhes o mercado de carbono e suas propostas comerciais, que no fundo permite passe livre para grandes poluidores, compensação a empresas poluidoras e distração do que é realmente necessário para resolver o crise climática.
Versão em inglês e legendada em português em:
http://dotsub.com/view/73d475cd-2d90-416b-857b-6c84ecfd0589

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Princípio da precaução x Aquecimento global

O aquecimento global é um fato, mas será que é causado pela industrialização, agropecuária, desflorestamento e queima de combustíveis fósseis? Há algumas pessoas, inclusive cientistas, que duvidem que ele se relacione diretamente com essas atividades, mas o que fazer então? Continuar tocando o desenvolvimento sem se preocupar?
O princípio da precaução é uma abordagem útil para evitar a degradação dos ecossistemas, pois se baseia na tomada de decisões em situações nas quais existem ameaças de danos irreversíveis ao meio ambiente, mesmo na ausência de completa certeza científica. Assim, esse princípio defende que a incerteza não pode ser usada como razão para se adiar projetos de tomada de decisões em relação a uma ameaça constatada, ou seja, diante de um possível problema ambiental, urge a implementação de medidas que possam prevenir este dano no futuro. Esta definição foi cunhada na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro em 1992 (Eco-92).
Como o Princípio da precaução se baseia na precaução diante de incertezas cientificas, frente ao aquecimento global poderia ser útil, pois, não sabemos ao certo, quais as causas reais do aquecimento, mas sabemos que este é uma constatação científica. Algumas consequências do aquecimento global podem levar além do aumento médio das temperaturas do planeta, também a mudanças em ecossistemas, processos de desertificação, alagamentos e aumento do nível do mar, derretimento das calotas polares, ente outros exemplos. Estas consequencias são amplamente difundidas entre a sociedade o que reforça a necessidade de que algo seja feito para minimizar os possíveis danos ambientais ao planeta.